Aba 1

Postado em 22 de Fevereiro às 07h42

Pe. Romualdo Dyonísio Zimmer, coluna na Igreja diocesana, celebrou sua páscoa

Na última quarta-feira, 20, celebramos a Páscoa do Pe. Romualdo Dyonísio Zimmer, 88 anos, em São José do Cedro. Ele que trabalhou em várias paróquias, deixou seu legado como testemunha de uma Igreja e diocese em construção, tendo acompanhado a criação e desenvolvimento da mesma nestes 60 anos de história. Há exatamente dois meses, dezembro de 2018, ele celebrava seus 60 anos de vida presbiteral.  

Abaixo segue o texto abaixo escrito pelo Pe. Clair José Lovera, que conta parte da história e da importância de Pe. Romualdo na Diocese de Chapecó, texto que faz parte do livro jubilar dos 60 anos da Diocese de Chapecó que celebramos em 2019.  

____________________________________________________

Filho de Fredolino e Catarina Tereza Zimmer, nasceu em 07 de fevereiro de 1931, em São Carlos – SC. Estudou na escola primária de São Carlos e, em 1942, foi para o Semi¬nário de Palmas – PR. Em 1947, ingressou no Seminário Diocesano de Santa Maria – RS, onde comple¬tou o Colegial. Cursou Filosofia em São Leopoldo – RS, de 1952 a 1954. Em 1955, iniciou a Teologia em São Leopoldo e a completou em Viamão – RS. Por dois anos, ficou ajudando no Seminário de Palmas e estudando por conta própria, prestando exames em Viamão. Foi ordenado padre em Palmas (20 de dezembro de 1958), na Catedral Senhor Bom Jesus da Coluna, e celebrou sua 1ª Missa Solene (21 de dezembro de 1958) na Igreja Matriz de São Carlos.

Em 1959, em Palmas, foi secretário geral da Cúria, assistente espiritual no Seminário e vigário cooperador na paróquia da Catedral. Em 1960, em Chapecó, foi secretário da Cúria Diocesana, onde teve participação decisiva nos primeiros encaminhamentos da nossa Diocese. De 1961 a 1965, foi diretor espiritual e professor no nosso Seminário Diocesano (Lindoia e Chapecó). De 1966 a 1969, vigário cooperador da Catedral de Chapecó e seu coordenador de pastoral. Foi pároco da Paróquia Sto. Antônio (Chapecó), de 1969 a 1979; da Paróquia Senhor Bom Jesus (Xanxerê), de 1980 a 1989; e da paróquia de São José do Cedro, de 1990 a 2007. Desde então, é vigário paroquial nessa paróquia de São José Operário.
Destacou-se em sua atuação pastoral por ter iniciado, a partir de sua paróquia, diversas pastorais e atividades na Diocese, evidentemente, com ajuda de equipe de trabalho. Ajudou no início da Pastoral Vocacional e do Secretariado Diocesano de Pastoral. Na paróquia da Catedral iniciou a formação litúrgica pós-conciliar (equipes de liturgia) e renovação da catequese; os círculos bíblicos (1966) e grupos de reflexão (1973); os ministros da Eucaristia (1970) e ministros do Batismo e testemunhas para o sacramento do Matrimônio (1975); a descentralização paroquial com setores e núcleos no centro de Chapecó (1972). Puxou a mudança de diretorias para conselhos de pastoral da comunidade em Xanxerê (1985). Destacou-se no apoio aos trabalhos pastorais sociais em Chapecó, em Xanxerê e São José do Cedro. Exemplos disso foram as iniciativas na Ação Social Diocesana, apoio a acampados, a agricultores que perderam áreas em estradas federais e estaduais, lutas indígenas, periferias, associações e outras.

Sempre deu força e trabalhou em equipe, nas paróquias onde esteve. Ajudou a organizar novas comunidades. Na Diocese colaborou em muitas equipes, bem como nas regiões pastorais. Um padre que foi e é sempre presente: nunca falta às reuniões, encontros e cursos. Aberto à convivência, ao aprendizado de mais conhecimentos e à aceitação de novas propostas. Amigo de todos os padres e bispos que aqui trabalharam, bem como das congregações religiosas.

Romualdo é uma pessoa humilde, disponível e tem espírito de serviço. Seu jeito popular de falar e de celebrar revela sua convicção de fé, pois ele vive o que faz e prega. Simples no modo de ser, desapegado dos bens materiais, nunca buscou honras, nem cargos e reconhecimentos. Coerente com os princípios de vida e do Evangelho, é um homem de profunda espiritualidade e fé. Viveu os preparativos da instalação da Diocese, e os 60 anos de sua trajetória. Vivenciou na prática e sentiu na pele os modelos de Igreja de antes do Concílio até agora, sempre fiel ao espírito renovador do Vaticano II. Nossa Diocese deve imensamente ao Romualdo: ele é realmente uma coluna forte.

  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -
  • Diocese de Chapecó/SC -

Veja também

36º Encontro dos Seminaristas é realizado em São Domingos12/03/18 Nos dias 09 a 11 de março, a paróquia São Domingos de Gusmão, em São Domingos e Coronel Martins (SC), acolheu o 36º Encontro dos Seminaristas Diocesanos de Chapecó. O mesmo envolveu os três seminários da diocese, sendo eles Propedêutico, Filosofia e Teologia com o tema: "Cristãos leigos e leigas, sujeitos na 'Igreja em......

Voltar para Notícias