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Postado em 12 de Junho de 2018 às 08h54

Paróquia de Iporã instala decompositor e reaproveita resíduos orgânicos

Geral (27)
Diocese de Chapecó/SC A Paróquia Nossa Senhora das Mercês, de Iporã do Oeste, em parceria com o técnico em agropecuária Paulo Hofstetter e o agrônomo Aleisson Ludtke da EPAGRI (Empresa de Pesquisa...

A Paróquia Nossa Senhora das Mercês, de Iporã do Oeste, em parceria com o técnico em agropecuária Paulo Hofstetter e o agrônomo Aleisson Ludtke da EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catariana) realizou a instalação do “Decompositor orgânico de resíduos sólidos” na horta da Paróquia. “É uma experiência que as famílias podem fazer em suas casas”, destaca o pároco Pe. Osni de Souza, que ressalta entre os benefícios do decompositor a reciclagem dos resíduos orgânicos sólidos que são transformados em adubo sólido e líquido (chorume).

O processo de decomposição ocorre de maneira natural, sem utilização de energia ou aceleradores, e, quando instalado de forma adequada, não gera mau cheiro nem atrai insetos. A utilização deste sistema reduz o volume de lixo encaminhado aos aterros sanitários, além de contribuir para a correta separação do lixo orgânico e do lixo seco.

Como usar o adubo produzido no decompositor?


Composto: O composto orgânico pode ser utilizado em vasos, jardins, hortas e na produção de mudas. Neste caso, recomenda-se misturar com 50% de terra argilosa ou três quilos por metro quadrado (m2).

Chorume: Aplicar dois litros por metro quadrado, cerca de 20 dias após a implantação da cultura. A cada intervalo de sete dias, adicionar uma camada de 1 a 2 centímetros (cm) de serragem ou palha seca, o que facilitará a decomposição e resultará num melhor composto final.

O ínicio do processo apresentará um período de decomposição lenta, até o total estabelecimento dos micro-organismos desejáveis ao processo. O decompositor deve funcionar em ambientes abertos, que recebam horas de sol.

 

Pe. Osni de Souza
 

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