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Postado em 01 de Julho às 17h02

Mobilização dos Povos Indígenas na luta por Territórios

Destaque (82)
Diocese de Chapecó/SC A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta seu apoio à mobilização dos povos indígenas na luta pelos seus territórios. O bispo auxiliar da arquidiocese do Rio...

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta seu apoio à mobilização dos povos indígenas na luta pelos seus territórios.

O bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da CNBB, Dom Joel Portella Amado, falou aos indígenas acampados na Esplanada dos Ministérios e ressaltou que “resistir é preciso, é preciso garantir direitos”, questionando os destinos do país que não garante a proteção prevista na Constituição Federal.

Dom Joel ressaltou que a proteção aos povos indígenas não é algo próprio de um governo ou de outro, “mas é uma questão de Estado, é uma questão de país. Que Brasil, afinal de contas, nós precisamos, queremos e pelo qual batalhamos?”, indagou o bispo, motivando que as lideranças e comunidades não desanimem.


Ao lado da vida

Dom Vicente Ferreira ressaltou e quis renovar o compromisso por nenhuma gota a mais de sangue indígena derramada pela terra. O bispo destacou a necessidade de lutar e garantir os direitos dos povos indígenas, e acabar com as violações.


A importância do território

Principal pauta nas mobilizações indígenas na capital federal, a luta pelos territórios, por meio das demarcações e garantias, foi destaque na fala de Dom Roque Paloschi. “Sem o vosso território, tudo fica perdido na vida e nos sonhos e na esperança dos povos”, salientou.


Dom Roque recordou a atuação do CIMI ao longo dos seus 49 anos, caminhando como parceiros na luta cujos protagonistas são os povos originários do Brasil. “Somos aliados nessa busca de construir o bem-viver e um outro mundo possível. Por isso nos alegramos muito porque a CNBB nas horas de decisão nunca se omitiu de estar do lado dos povos indígenas”, destacou.


Levante pela Terra

Mais de 850 indígenas, de 48 povos de diversas regiões do país, realizam, desde o dia 8 de junho, o Acampamento Levante pela Terra em Brasília, onde protestam contra a agenda anti-indígena do governo e do Congresso Nacional.

Entre as principais pautas estão a luta contra o Projeto de Lei (PL) 490/2007, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) na última quarta-feira (23), contra a tese ruralista do “marco temporal”, que será votada no Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto, e pela proteção dos povos indígenas que vêm sendo ameaçados por ataques de garimpeiros, fazendeiros, madeireiros e outros grupos que atuam ilegalmente em seus territórios.

Confira como foi o protesto dos povos Indígenas de Chapecó:

Fotos: Jacson Santana

*Com informações de CNBB


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