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Postado em 23 de Maio às 10h20

Diocese inicia reflexão sobre catequese inclusiva

Geral (22)
Diocese de Chapecó/SC Somos todos irmãos (cf. Mt 23,8) A Coordenação diocesana de catequese, representada pela Irmã Leni Monfardini Lopes, reuniu no dia 10 de maio cerca de 40 catequistas para, juntamente com...

Somos todos irmãos (cf. Mt 23,8)

A Coordenação diocesana de catequese, representada pela Irmã Leni Monfardini Lopes, reuniu no dia 10 de maio cerca de 40 catequistas para, juntamente com o bispo Dom Odelir, o padre Ademir Rubini e a pedagoga Juliana Golf Rauber, refletirem sobre a importância da catequese inclusiva nas comunidades. Durante o encontro, a jovem Alana Paludo, que tem deficiência mental leve, deu seu depoimento enquanto liderança ativa na comunidade Santa Maria Madalena, de Chapecó. No processo catecumenal ela foi acompanhada pela mãe e também catequista, Vanderleia Paludo e neste encontro emocionou a todos cantando a consagração à Nossa Senhora Aparecida, acompanhada por Karen Gomes.

A partir da socialização das vivências no encontro, podemos dizer que falar de Catequese inclusiva nada mais é do que falar sobre o que Jesus Cristo pregava. Sim, Jesus Cristo sempre insistiu para que os “diferentes” fossem inseridos, justamente porque Ele sabia que as diferenças nos fazem crescer. Pois, mesmo com todas as diferenças, Ele nos ama com igualdade e gratuidade. Jesus Cristo nunca disse que era fácil, mas sempre incentivou para que a inclusão e a compaixão acontecessem.

O que seria de nós, seres humanos, se fôssemos todos iguais? Somos únicos e as nossas diferenças, sejam elas observadas com alegria ou tristeza, nos fazem crescer. Porém, no momento em que as “diferenças”, sejam elas físicas, cognitivas ou psicológicas, passam a valer e ganham mais espaço do que o próprio ser humano, surgem os rótulos. Esses rótulos marcam as pessoas e muitas vezes a sociedade não sabe como lidar com estas situações.

Por inúmeras vezes a Igreja Católica tomou para si estas realidades e agora, novamente, está agarrando com todas as forças uma situação que não é um “problema”, mas sim uma luz que irradia, clama por voz, por ouvidos, por esperança. Esperança de poder celebrar a Palavra de Deus, de ser abençoado pelo Espírito Santo e seguir com Jesus Cristo.

Estes seres humanos têm muito a ensinar. Se pensamos em deixar pessoas melhores para o mundo, precisamos acreditar e fazer acontecer uma Catequese onde crianças, jovens e adultos com suas necessidades diferenciadas possam sentir que são respeitados, que fazem parte e somam no grupo. Pois, sonhamos com o dia em que todas as pessoas possam sentir a alegria do Evangelho e conhecer a pessoa e proposta de Jesus. Demos o primeiro passo e isso fará toda a diferença!

Tany Aline Folle

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