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Postado em 15 de Outubro de 2018 às 10h05

Paixão em servir - Pe. Canício José Ludwig (em memória)

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Diocese de Chapecó/SC No último sábado, 13 de outubro, celebramos a ressurreição do Pe. Canício José Ludwig, 87 anos, que era padre diocesano e vigário paroquial da Catedral de...

No último sábado, 13 de outubro, celebramos a ressurreição do Pe. Canício José Ludwig, 87 anos, que era padre diocesano e vigário paroquial da Catedral de Chapecó.  Era referência a todos e todas que chegavam na secretaria paroquial, pois sempre que possível ele estava ali, para acolher e dar a sua bênção aos fiéis. Ele faleceu em casa, no centro de Chapecó, por volta das 9h da manhã.

Certos de que o Deus da Vida o acolheu, recordamos abaixo uma breve entrevista ao Jornal Diocesano em junho de 2014, onde ele nos contou um pouco da sua vida vocacional e opção em ser padre diocesano. 


"Sempre achei que como padre eu poderia fazer mais pelo povo." 
Pe. Canício

"Alguém que conhece muitos lugares do Brasil e do mundo, mas ao falar em lugar preferido ele responde sem hesitar: “junto ao povo”. Aos 48 anos ele realizou seu maior sonho e, no dia 21 de outubro de 1978, tornou-se padre diocesano de Chapecó. Em outubro deste ano (2014), Canício José Ludwig celebra 59 anos de vida religiosa e se diz um homem tranquilo.

Nascido na cidade de Roca Sales (RS), mudou-se com a família aos cinco anos de idade para a cidade de Itapiranga (SC), onde permaneceu até os 17 anos. Desde os 14, o jovem já manifestava sua vocação, mas para isso faltou oportunidade. Aos 17, ele ingressou no Colégio Marista, onde se tornou irmão e desempenhou várias funções, durante 23 anos na congregação, entre elas a de cozinheiro e padeiro. Pela congregação, Canício conheceu várias cidades e países na Europa, entre eles o Vaticano, Espanha e a França. 

Ordenado na paróquia de Campo Erê, como padre já atuou na paróquia de São José do Cedro, por cinco anos; em Quilombo durante um ano; em São Miguel do Oeste, um ano; e em Dionísio Cerqueira, por oito anos. Após essas vivências foi transferido para Chapecó onde ficou responsável em visitar os enfermos nos hospitais, função que ainda hoje exerce: “Naquela época visitávamos todos os quartos, um a um, hoje vou somente onde permitem”, recorda Canício.

Aos 83 anos, Canício reside na casa paroquial da Catedral Santo Antônio, localizada no centro de Chapecó. Embora aposentado, o dia para ele começa cedo, às cinco horas da manhã, quando levanta, e, após o banho, faz suas orações diárias. Quando está em casa, é ele quem abre a gruta ao lado da Catedral. Também pensando na qualidade de vida, Canício faz exercícios físicos todas as terças e sextas na Cidade do Idoso de Chapecó.

“Quando me tornei padre fiquei faceiro”, diz ele que demonstra nas lembranças e palavras a alegria em servir e formar família junto à Igreja Diocesana de Chapecó. Sobre ser padre ele confessa: “Foi isso que eu sempre quis!”

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